Em Outubro o pau vai cantar no lombo do Rachadinha.
Nas urnas, não tem grito, não tem púlpito e não tem fake news que resolva. O jogo é outro. E nele, Flávio Bolsonaro entra sabendo que a chance de vitória contra Lula é praticamente inexistente.

Enquanto de um lado há um líder popular, com base social consolidada, histórico de eleições vencidas e capacidade real de diálogo com o povo, do outro sobra apenas o sobrenome, o discurso vitimista e o peso de escândalos que nunca se explicam direito.
A “surra” que se anuncia não é de socos, é de votos. É o eleitor dizendo, mais uma vez, que rejeita o bolsonarismo, o atraso, o autoritarismo e a política do ódio. É o povo usando a única arma legítima da democracia: o voto consciente.
Nas urnas, Lula cresce. Flávio encolhe.
E quando o resultado aparecer, não vai adiantar culpar o sistema, o STF ou a imprensa.
Vai ser só a democracia funcionando — e falando alto.

