8 de março de 2026

Flávio chora ao ver Lula comemorando a reeleição em outubro de 2026.

No roteiro imaginário da política brasileira, outubro de 2026 termina em clima de festa no Planalto e de lenço molhado do outro lado. Enquanto Lula sobe ao palco, sorri, abraça o povo e comemora a reeleição, Flávio aparece abatido, olhando para a TV como quem vê o próprio castelo de areia sendo levado pela maré.

As imagens são simbólicas: de um lado, o presidente comemorando com trabalhadores, movimentos sociais e aliados, celebrando mais um capítulo da democracia. Do outro, o herdeiro do bolsonarismo tentando engolir seco o resultado que insiste em se repetir — o povo escolhendo Lula nas urnas.

O choro não é só pela derrota eleitoral fictícia. É o desespero de quem apostou no ódio, na fake news e na política do “nós contra eles” e viu tudo ruir diante de um projeto que fala em reconstrução, inclusão e soberania. Lula comemora porque venceu nas urnas; Flávio chora porque perdeu o discurso.

No Brasil desse cenário imaginado, a eleição não foi apenas um pleito, mas um recado: o país prefere quem governa para muitos, não para poucos; quem trabalha, não quem grita. E assim, enquanto fogos iluminam o céu da comemoração, sobra para a extrema-direita apenas o silêncio constrangido — e algumas lágrimas amargas diante da tela.

Porque na democracia, goste ou não, quem decide é o povo. E, nesse enredo fictício, ele falou alto outra vez.

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