22 de janeiro de 2026

VIVA SANTANA.

Carlos Santana chocou ao dirigir-se diretamente ao presidente Trump ao vivo na televisão durante um programa especial sobre imigração.

A emissora esperava uma troca respeitosa com o lendário guitarrista, conhecido pelas suas metáforas espirituais e misticismo musical.

Em vez disso, testemunhou uma declaração direta e poderosa de um dos artistas mais profundos que já moldaram a música.

Quando Jake Tapper perguntou a Carlos Santana a sua opinião sobre o plano de deportação em massa de Trump, Santana não ofereceu um sorriso sereno nem se refugiou em abstracções.

Baixou brevemente a cabeça, em seguida olhou atentamente para o presidente e disse:

“Está separando famílias e chama isto de política. Não é isso que deveríamos ser.”

Trump remexeu-se na cadeira.

Dezessete longos segundos passaram em silêncio.

Carlos Santana continuou, com a voz lenta e firme, cada palavra ressoando como uma nota sustentada de guitarra:

“A música vem do espírito.

E as pessoas que vocês reduzem a estatísticas, são as que colhem os alimentos que comemos, que constroem as casas em que vivemos, que cuidam das nossas crianças e que servem as nossas comunidades.

São parte integrante da história americana, quer se queira quer não.”

Trump tentou interrompê-lo.

Santana levantou a mão — não de forma agressiva, mas serena.

“Por favor”, disse ele, “deixem-me terminar.”

Um silêncio absoluto tomou conta.

“A verdadeira liderança não se baseia no medo”, declarou Carlos Santana. “Baseia-se na compaixão, na consciência e na responsabilidade. E a crueldade nunca foi sinal de força.”

A plateia levantou-se.

Trump levantou-se, retirou o microfone e saiu do palco. Carlos Santana permaneceu sentado.

Virando-se para a câmara central, a sua voz suavizou, mas ressoou com ainda mais profundidade.

“Se a América perdeu o seu rumo, não voltará a encontrá-lo assim, rejeitando as pessoas. Ela irá reencontrá-lo ao recordar a promessa que um dia fez… a promessa de dignidade, esperança e solidariedade, que não a têm mais.”

Seguiu-se um grande silêncio.

Depois, aplausos — longos, prolongados e impossíveis de parar e ignorar.

Viva Santana, o mundo precisa de paz …

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