23 de abril de 2026

CORRUPÇÃO, SAQUE, PILHAGEM DO ESTADO, TRÁFICO DE INFLUÊNCIA.

Bolsonaro, seus filhos e a corrupção: o projeto de saque do Estado.

O bolsonarismo não foi apenas um governo fracassado — foi um projeto de poder baseado no saque do Estado, no tráfico de influência e na proteção familiar. Jair Bolsonaro, que se elegeu surfando no discurso fajuto do “combate à corrupção”, entregou ao Brasil um dos clãs políticos mais envolvidos em escândalos da história recente.

Os filhos viraram protagonistas de rachadinhas, imóveis suspeitos, funcionários fantasmas, relações com milícias, uso ilegal de cargos públicos e interferência direta em órgãos do Estado. Tudo isso sempre acompanhado de um mesmo roteiro: gritaria, vitimismo, ataques às instituições e tentativa de desmoralizar investigações.

Enquanto o povo enfrentava desemprego, fome e pandemia, o clã Bolsonaro estava ocupado com compra de mansões em dinheiro vivo, esquemas em gabinetes, tráfico de influência internacional, uso da máquina pública para autoproteção e tentativas de aparelhamento da Polícia Federal, Receita e STF.

O discurso “antissistema” caiu por terra. Bolsonaro governou para os seus, blindando filhos, aliados e financiadores, enquanto o Brasil era empurrado para o caos social, ambiental e institucional. Foi pilhagem dos cofres públicos, foi corrupção disfarçada de moralismo, foi crime político travestido de patriotismo.

Hoje, as investigações avançam, os sigilos caem e a verdade aparece: não era combate à corrupção, era concorrência. Bolsonaro e seus filhos não queriam acabar com o sistema — queriam controlar o sistema para roubar sem serem incomodados.

O Brasil não pode esquecer. Sem anistia, sem blindagem, sem narrativa mentirosa. Quem saqueou o Estado tem que responder pelos seus atos. A democracia exige memória, justiça e responsabilidade.

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